Tonyy
25-07-2009, 13:07
Em menos de duas semanas, o Irã foi palco de dois graves acidentes aéreos.
Depois da morte de 168 pessoas em 15 de julho, na queda de um Tupolev da Caspian Airlines, um Ilyushin-62 (também de fabricação russa) da Aria Airlines pegou fogo ontem quando tentava aterrissar na cidade de Mashhad, a mil quilômetros da capital, Teerã. Suspeita-se de que uma falha dos trens de pouso possa ter provocado o desastre.
A tragédia deixou pelo menos 18 mortos e 40 feridos, mas poderia ser muito maior – havia 153 pessoas a bordo. Entre os mortos está um diretor da própria Aria, cujo nome não foi divulgado. As primeiras informações indicam que o aparelho derrapou ao aterrissar, saiu da pista e colidiu com um muro, pegando fogo. A parte dianteira da aeronave, incluindo a cabine dos pilotos, ficou completamente destruída.
Especialistas apontam a manutenção deficiente dos aviões no Irã, em razão das sérias dificuldades financeiras enfrentadas pelas companhias aéreas locais e da fiscalização falha, como principal motivo para os frequentes acidentes no país.
Além disso, o Irã é alvo de sanções que impedem a importação de peças e aeronaves da Boeing e da Airbus, principais fabricantes de aviões no mundo. O embargo não inclui, no entanto, os Ilyushin e os Tupolev, fabricados na Rússia.
O pior acidente aéreo da história do Irã aconteceu em fevereiro de 2003 e envolveu outro Ilyushin. A aeronave caiu nas montanhas do sudeste do país, matando todas as 302 pessoas a bordo. As vítimas eram, na maioria, militares da Guarda Revolucionária do país.
Depois da morte de 168 pessoas em 15 de julho, na queda de um Tupolev da Caspian Airlines, um Ilyushin-62 (também de fabricação russa) da Aria Airlines pegou fogo ontem quando tentava aterrissar na cidade de Mashhad, a mil quilômetros da capital, Teerã. Suspeita-se de que uma falha dos trens de pouso possa ter provocado o desastre.
A tragédia deixou pelo menos 18 mortos e 40 feridos, mas poderia ser muito maior – havia 153 pessoas a bordo. Entre os mortos está um diretor da própria Aria, cujo nome não foi divulgado. As primeiras informações indicam que o aparelho derrapou ao aterrissar, saiu da pista e colidiu com um muro, pegando fogo. A parte dianteira da aeronave, incluindo a cabine dos pilotos, ficou completamente destruída.
Especialistas apontam a manutenção deficiente dos aviões no Irã, em razão das sérias dificuldades financeiras enfrentadas pelas companhias aéreas locais e da fiscalização falha, como principal motivo para os frequentes acidentes no país.
Além disso, o Irã é alvo de sanções que impedem a importação de peças e aeronaves da Boeing e da Airbus, principais fabricantes de aviões no mundo. O embargo não inclui, no entanto, os Ilyushin e os Tupolev, fabricados na Rússia.
O pior acidente aéreo da história do Irã aconteceu em fevereiro de 2003 e envolveu outro Ilyushin. A aeronave caiu nas montanhas do sudeste do país, matando todas as 302 pessoas a bordo. As vítimas eram, na maioria, militares da Guarda Revolucionária do país.