alexandra
07-04-2009, 09:30
http://net-mulher.com/attachment.php?attachmentid=7266&stc=1&d=1239096442A base de dados da Central de Responsabilidades de Crédito (CRC), gerida pelo Banco de Portugal, junta informação que vai desde os contratos de crédito à habitação aos montantes não usados dos cartões de crédito.
A CRC reúne informação sobre responsabilidades efectivas e potenciais de pessoas e empresas, servindo para «apoiar as entidades participantes [bancos] na avaliação do risco de concessão de crédito», refere o Banco de Portugal.
Entre exemplos de responsabilidades efectivas estão «empréstimos para aquisição de habitação; empréstimos para aquisição de automóveis, de mobiliário e de outros bens de consumo ou serviços; empréstimos para aquisição de títulos (acções, obrigações, etc.); desconto de letras e outros efeitos comerciais; descobertos em contas bancárias; operações de locação financeira (leasing) e de factoring; montantes utilizados de cartões de crédito»
São consideradas responsabilidades potenciais (sempre que representem compromissos irrevogáveis das entidades participantes), os «montantes não utilizados de cartões de crédito; linhas de crédito contratadas; garantias prestadas pelas entidades participantes; fianças e avales prestados a favor das entidades participantes; quaisquer outras facilidades de crédito susceptíveis de serem convertidas em dívidas efectivas».
As regras de funcionamento da CRC estabelecem a «obrigatoriedade de comunicação ao Banco de Portugal, por parte das entidades participantes, das responsabilidades dos seus clientes por crédito concedido».
«A confidencialidade no tratamento e na divulgação da informação individual de cada beneficiário de crédito» e a «reciprocidade no acesso à informação por parte das entidades participantes», estão também previstas na lei.
Cada beneficiário pode ter acesso à informação que a seu respeito constar da base de dados e de solicitar à entidade participante a sua rectificação ou actualização.
O Banco de Portugal apresenta terça-feira indicadores que, pela primeira vez, podem ser obtidos a partir da CRC, que é alimentada por 237 bancos e outras instituições, entre elas bancos centrais europeus.
Diário Digital / Lusa
A CRC reúne informação sobre responsabilidades efectivas e potenciais de pessoas e empresas, servindo para «apoiar as entidades participantes [bancos] na avaliação do risco de concessão de crédito», refere o Banco de Portugal.
Entre exemplos de responsabilidades efectivas estão «empréstimos para aquisição de habitação; empréstimos para aquisição de automóveis, de mobiliário e de outros bens de consumo ou serviços; empréstimos para aquisição de títulos (acções, obrigações, etc.); desconto de letras e outros efeitos comerciais; descobertos em contas bancárias; operações de locação financeira (leasing) e de factoring; montantes utilizados de cartões de crédito»
São consideradas responsabilidades potenciais (sempre que representem compromissos irrevogáveis das entidades participantes), os «montantes não utilizados de cartões de crédito; linhas de crédito contratadas; garantias prestadas pelas entidades participantes; fianças e avales prestados a favor das entidades participantes; quaisquer outras facilidades de crédito susceptíveis de serem convertidas em dívidas efectivas».
As regras de funcionamento da CRC estabelecem a «obrigatoriedade de comunicação ao Banco de Portugal, por parte das entidades participantes, das responsabilidades dos seus clientes por crédito concedido».
«A confidencialidade no tratamento e na divulgação da informação individual de cada beneficiário de crédito» e a «reciprocidade no acesso à informação por parte das entidades participantes», estão também previstas na lei.
Cada beneficiário pode ter acesso à informação que a seu respeito constar da base de dados e de solicitar à entidade participante a sua rectificação ou actualização.
O Banco de Portugal apresenta terça-feira indicadores que, pela primeira vez, podem ser obtidos a partir da CRC, que é alimentada por 237 bancos e outras instituições, entre elas bancos centrais europeus.
Diário Digital / Lusa