alexandr
22-12-2007, 19:46
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De acordo com inúmeros estudos realizados até hoje, os alimentos ou produtos integrais (pão, farinhas, cereais de pequeno-almoço, bolachas, massas, arroz, etc.) apresentam inúmeros benefícios para a saúde, entre os quais:
- uma maior riqueza nutricional em vitaminas do grupo B e E e minerais, como selénio, zinco, fósforo e ferro;
- uma maior riqueza de fibras alimentares que melhoram o trânsito intestinal, prevenindo problemas como obstipação, hemorróidas ou cancro do cólon, por diminuírem o tempo de permanência de substâncias carcinogéneas no intestino;
- contribuem para a diminuição dos níveis de colesterol no sangue, sendo por isso essenciais na prevenção das doenças cardiovasculares;
- apresentam índices glicémicos mais baixos do que os seus pares não integrais, não provocando subidas tão bruscas de açúcar no sangue, e, como tal, são aconselhados nas dietas dos diabéticos;
- provocam um efeito mais rápido sobre a saciedade, quer na altura em que se ingerem (pelo volume que proporcionam), quer a médio prazo, devido ao seu menor índice glicémico relativamente aos seus congéneres "polidos", tornando-o fundamentais em dietas para perda ou manutenção de peso.
Mas nem tudo o que reluz é ouro...
Apesar de terem um importante efeito sobre a saciedade, pelo que a sensação de fome não se manifesta tão cedo, os produtos integrais não provocam perda de peso porque têm um conteúdo calórico semelhante ao dos não integrais! E é preciso estar muito alerta, pois muitas das vezes compramos alimentos cuja publicidade se centra na quantidade de fibras presentes (levando-nos a pensar que não engordam) e que mascaram a enorme quantidade de açúcar ou gordura presentes. Compare as calorias, gorduras e açúcar dos rótulos de algumas bolachas "dietéticas" ricas em fibras com bolachas Maria ou água e sal, por exemplo, e perceberá a que me refiro.
Se não consome diariamente fruta, vegetais, leguminosas ou produtos integrais, introduza-os progressivamente, mas nunca todos ao mesmo tempo, e não se esqueça de beber mais água. A ingestão de maiores quantidades de fibra, além de progressiva, deve ser acompanhada do aumento da ingestão de água, sob pena de se provocar ou agravar a obstipação. Este facto deveria ser referido sempre que se realçam os benefícios da ingestão de fibras nos produtos alimentares, como os cereais, por exemplo, mas infelizmente, e embora tal não custasse mais às empresas, essa informação não é dada ao consumidor.
O consumo excessivo de fibras pode ser prejudicial e, em certas patologias inflamatórias intestinais, é mesmo desaconselhado. Uma maneira de o prevenir é evitar alimentos a que foram adicionadas fibras, e consumi-las apenas, e em quantidades moderadas, nos seus produtos originais, como pão, massas, arroz, legumes, frutos secos ou frescos.
De acordo com inúmeros estudos realizados até hoje, os alimentos ou produtos integrais (pão, farinhas, cereais de pequeno-almoço, bolachas, massas, arroz, etc.) apresentam inúmeros benefícios para a saúde, entre os quais:
- uma maior riqueza nutricional em vitaminas do grupo B e E e minerais, como selénio, zinco, fósforo e ferro;
- uma maior riqueza de fibras alimentares que melhoram o trânsito intestinal, prevenindo problemas como obstipação, hemorróidas ou cancro do cólon, por diminuírem o tempo de permanência de substâncias carcinogéneas no intestino;
- contribuem para a diminuição dos níveis de colesterol no sangue, sendo por isso essenciais na prevenção das doenças cardiovasculares;
- apresentam índices glicémicos mais baixos do que os seus pares não integrais, não provocando subidas tão bruscas de açúcar no sangue, e, como tal, são aconselhados nas dietas dos diabéticos;
- provocam um efeito mais rápido sobre a saciedade, quer na altura em que se ingerem (pelo volume que proporcionam), quer a médio prazo, devido ao seu menor índice glicémico relativamente aos seus congéneres "polidos", tornando-o fundamentais em dietas para perda ou manutenção de peso.
Mas nem tudo o que reluz é ouro...
Apesar de terem um importante efeito sobre a saciedade, pelo que a sensação de fome não se manifesta tão cedo, os produtos integrais não provocam perda de peso porque têm um conteúdo calórico semelhante ao dos não integrais! E é preciso estar muito alerta, pois muitas das vezes compramos alimentos cuja publicidade se centra na quantidade de fibras presentes (levando-nos a pensar que não engordam) e que mascaram a enorme quantidade de açúcar ou gordura presentes. Compare as calorias, gorduras e açúcar dos rótulos de algumas bolachas "dietéticas" ricas em fibras com bolachas Maria ou água e sal, por exemplo, e perceberá a que me refiro.
Se não consome diariamente fruta, vegetais, leguminosas ou produtos integrais, introduza-os progressivamente, mas nunca todos ao mesmo tempo, e não se esqueça de beber mais água. A ingestão de maiores quantidades de fibra, além de progressiva, deve ser acompanhada do aumento da ingestão de água, sob pena de se provocar ou agravar a obstipação. Este facto deveria ser referido sempre que se realçam os benefícios da ingestão de fibras nos produtos alimentares, como os cereais, por exemplo, mas infelizmente, e embora tal não custasse mais às empresas, essa informação não é dada ao consumidor.
O consumo excessivo de fibras pode ser prejudicial e, em certas patologias inflamatórias intestinais, é mesmo desaconselhado. Uma maneira de o prevenir é evitar alimentos a que foram adicionadas fibras, e consumi-las apenas, e em quantidades moderadas, nos seus produtos originais, como pão, massas, arroz, legumes, frutos secos ou frescos.