alexandra
01-06-2011, 14:33
O vaivém espacial Endeavour aterrou hoje com sucesso no Centro Espacial Kennedy, na Florida (EUA), às 07h35 (hora portuguesa), depois de completar com êxito a sua missão junto da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em Inglês)
O vaivém, que fez a sua última viagem, ficará em exposição permanente no Museu da Ciência de Los Angeles. Ficará agora apenas no activo o vaivém Atlantis, que também parte para a sua última missão no próximo dia 8 de Julho, pondo fim ao programa de vaivéns espaciais que durante 30 anos transportaram astronautas da NASA (a agência espacial norte-americana) para o espaço.
O Endeavour, comandando pelo astronauta Mark Kelly - marido da congressista Gabrielle Giffords que foi baleada e ficou gravemente ferida num atentado em Tucson - chegou à ISS no passado dia 18 de Maio, depois de o seu lançamento ter sido adiado duas vezes devido a problemas técnicos.
Para além de Mark Kelly, a tripulação era composta por Greg Johnson (piloto); Mike Fincke, Andrew Feustel e Greg Chamitoff (especialistas de missão) e Roberto Vittori, astronauta da Agência Espacial Europeia.
Durante as manobras de desacoplamento, antes do regresso à Terra, a tripulação do vaivém pôs à prova um novo sistema de contacto entre a ISS e o vaivém que a NASA está a desenvolver para o seu próximo vaivém, que deverá transportar astronautas à Lua, a asteróides e eventualmente a Marte.
Mas o principal objectivo desta missão STS-134 do Endeavour era o da instalação do Espectrómetro Magnético Alfa-2 (AMS-2, sigla em inglês), um instrumento com mão portuguesa que vai tentar responder a questões fundamentais sobre o Universo.
O AMS-2 foi construído por uma equipa internacional, que inclui investigadores portugueses do Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas (LIP), que custou 1,41 mil milhões de euros. O espectrómetro mede raios cósmicos e poderá detectar matéria escura e antimatéria. Se isto acontecer, a experiência vai responder a questões sobre a formação e a constituição do Universo que a comunidade científica se pergunta há décadas.
Este sofisticado aparelho foi instalado no complexo orbital no passado dia 19 de Maio após uma cuidadosa missão levada a cabo com braços robotizados.
O AMS-2 começou a registar dados esse mesmo dia e detectou os primeiros raios cósmicos no dia seguinte à sua instalação.
Publico
O vaivém, que fez a sua última viagem, ficará em exposição permanente no Museu da Ciência de Los Angeles. Ficará agora apenas no activo o vaivém Atlantis, que também parte para a sua última missão no próximo dia 8 de Julho, pondo fim ao programa de vaivéns espaciais que durante 30 anos transportaram astronautas da NASA (a agência espacial norte-americana) para o espaço.
O Endeavour, comandando pelo astronauta Mark Kelly - marido da congressista Gabrielle Giffords que foi baleada e ficou gravemente ferida num atentado em Tucson - chegou à ISS no passado dia 18 de Maio, depois de o seu lançamento ter sido adiado duas vezes devido a problemas técnicos.
Para além de Mark Kelly, a tripulação era composta por Greg Johnson (piloto); Mike Fincke, Andrew Feustel e Greg Chamitoff (especialistas de missão) e Roberto Vittori, astronauta da Agência Espacial Europeia.
Durante as manobras de desacoplamento, antes do regresso à Terra, a tripulação do vaivém pôs à prova um novo sistema de contacto entre a ISS e o vaivém que a NASA está a desenvolver para o seu próximo vaivém, que deverá transportar astronautas à Lua, a asteróides e eventualmente a Marte.
Mas o principal objectivo desta missão STS-134 do Endeavour era o da instalação do Espectrómetro Magnético Alfa-2 (AMS-2, sigla em inglês), um instrumento com mão portuguesa que vai tentar responder a questões fundamentais sobre o Universo.
O AMS-2 foi construído por uma equipa internacional, que inclui investigadores portugueses do Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas (LIP), que custou 1,41 mil milhões de euros. O espectrómetro mede raios cósmicos e poderá detectar matéria escura e antimatéria. Se isto acontecer, a experiência vai responder a questões sobre a formação e a constituição do Universo que a comunidade científica se pergunta há décadas.
Este sofisticado aparelho foi instalado no complexo orbital no passado dia 19 de Maio após uma cuidadosa missão levada a cabo com braços robotizados.
O AMS-2 começou a registar dados esse mesmo dia e detectou os primeiros raios cósmicos no dia seguinte à sua instalação.
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