alexandra
15-10-2010, 15:31
Uma operação internacional de combate à contrafacção de remédios identificou perto de 700 sites de venda ilegal, apreendeu 11 mil encomendas de medicamentos falsificados e prendeu/ colocou sob investigação dezenas de pessoas.
Entre 5 e 12 de Outubro, mais de 40 países estiveram envolvidos numa operação internacional - Pangea III - dedicada ao combate de medicamentos contrafeitos e ilegais e de alerta para os perigos associados à compra destes fármacos através da Internet, revelam em comunicado as entidades envolvidas.
A operação Pangea III, a cargo do International Medical Products Anti-Counterfeiting Taskforce, da Organização Mundial de Saúde, foi coordenada pela INTERPOL, pelas Alfândegas, pelas agências do medicamento, pela indústria farmacêutica e pelas empresas de pagamentos electrónicos.
A operação centrou-se principalmente em três elementos essenciais de um site ilegal de venda de medicamentos: o ISP (fornecedor de acesso à Internet), o sistema de pagamento e a forma de entrega.
Os resultados preliminares da operação, obtidos até dia 12, consistem em 328 ações de fiscalização em centros de encomendas postais e a identificação de 694 sites de venda ilegal de medicamentos.
No âmbito destas acções, foram inspecionadas 268 mil encomendas postais, das quais 11 mil ficaram apreendidas por conterem medicamentos ilegais e contrafeitos.
A operação resultou ainda na suspensão ou retirada de 290 dos sites identificados. Foram presas ou colocadas sob investigação 76 pessoas na sequência da execução de 98 mandados de busca.
A nível nacional, Portugal, através da ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica), do INFARMED (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde) e da Direcção Geral das Alfândegas e Impostos Especiais sobre o Consumo, associaram-se a esta operação.
JN
Entre 5 e 12 de Outubro, mais de 40 países estiveram envolvidos numa operação internacional - Pangea III - dedicada ao combate de medicamentos contrafeitos e ilegais e de alerta para os perigos associados à compra destes fármacos através da Internet, revelam em comunicado as entidades envolvidas.
A operação Pangea III, a cargo do International Medical Products Anti-Counterfeiting Taskforce, da Organização Mundial de Saúde, foi coordenada pela INTERPOL, pelas Alfândegas, pelas agências do medicamento, pela indústria farmacêutica e pelas empresas de pagamentos electrónicos.
A operação centrou-se principalmente em três elementos essenciais de um site ilegal de venda de medicamentos: o ISP (fornecedor de acesso à Internet), o sistema de pagamento e a forma de entrega.
Os resultados preliminares da operação, obtidos até dia 12, consistem em 328 ações de fiscalização em centros de encomendas postais e a identificação de 694 sites de venda ilegal de medicamentos.
No âmbito destas acções, foram inspecionadas 268 mil encomendas postais, das quais 11 mil ficaram apreendidas por conterem medicamentos ilegais e contrafeitos.
A operação resultou ainda na suspensão ou retirada de 290 dos sites identificados. Foram presas ou colocadas sob investigação 76 pessoas na sequência da execução de 98 mandados de busca.
A nível nacional, Portugal, através da ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica), do INFARMED (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde) e da Direcção Geral das Alfândegas e Impostos Especiais sobre o Consumo, associaram-se a esta operação.
JN