alexandra
16-01-2010, 11:43
Primeiro-ministro não aceita, contudo, eliminação de contribuições
José Sócrates garantiu esta sexta-feira que é «desejo» do Governo não aumentar impostos, mas recusou qualquer proposta de eliminação de contribuições fiscais, apesar de assegurar «total abertura» nas negociações do Orçamento de Estado para 2010.
Veja a reacção de Teixeira dos Santos (vídeo)
«O desejo do Governo é que não se aumentem impostos na Legislatura e consigamos fazer essa perspectiva até 2013. É a nossa vontade, é a nossa orientação», sustentou o primeiro-ministro, em declarações aos jornalistas à saída do debate quinzenal na Assembleia da República.
Teixeira dos Santos: impostos podem subir
CDS: não há acordo se Governo aumentar impostos
Contudo, apesar do Governo estar a negociar o Orçamento de Estado para 2010 com «abertura total», o executivo não aceita que se eliminem impostos.
«Isso não é nenhuma ameaça, isso é apenas pôr as coisas claras. O Governo não aceita que se eliminem impostos, eliminação isso não aceita, porque isso é um péssimo sinal¿, salientou, citado pela Lusa.
Orçamento deve responder à recuperação da economia
Além disso, continuou o primeiro-ministro numa referência à proposta do PSD para alterar a Lei das Finanças Regionais, o executivo também não aceita que se introduzam mudanças «apenas para fazer um ajuste de contas com o passado» e «com vista a que o Governo Regional da Madeira tenha mais dinheiro».
Questionado se a posição do executivo poderá colocar em causa as negociações com os partidos sobre o Orçamento de Estado para 2010, José Sócrates disse não pensar dessa forma, assegurando que «o Governo tem a maior abertura para negociar com os partidos».
«Não queremos aumentar impostos e queremos este que seja um Orçamento que responda à recuperação da economia, mas tenha um equilíbrio», rematou.
Recorde-se, no entanto, que o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, disse ontem que os impostos poderão subir em 2010, caso a oposição insista em algumas medidas que propõe para o Orçamento de Estado, que implicam quebra nas receitas.
Fonte:agencia financeira
José Sócrates garantiu esta sexta-feira que é «desejo» do Governo não aumentar impostos, mas recusou qualquer proposta de eliminação de contribuições fiscais, apesar de assegurar «total abertura» nas negociações do Orçamento de Estado para 2010.
Veja a reacção de Teixeira dos Santos (vídeo)
«O desejo do Governo é que não se aumentem impostos na Legislatura e consigamos fazer essa perspectiva até 2013. É a nossa vontade, é a nossa orientação», sustentou o primeiro-ministro, em declarações aos jornalistas à saída do debate quinzenal na Assembleia da República.
Teixeira dos Santos: impostos podem subir
CDS: não há acordo se Governo aumentar impostos
Contudo, apesar do Governo estar a negociar o Orçamento de Estado para 2010 com «abertura total», o executivo não aceita que se eliminem impostos.
«Isso não é nenhuma ameaça, isso é apenas pôr as coisas claras. O Governo não aceita que se eliminem impostos, eliminação isso não aceita, porque isso é um péssimo sinal¿, salientou, citado pela Lusa.
Orçamento deve responder à recuperação da economia
Além disso, continuou o primeiro-ministro numa referência à proposta do PSD para alterar a Lei das Finanças Regionais, o executivo também não aceita que se introduzam mudanças «apenas para fazer um ajuste de contas com o passado» e «com vista a que o Governo Regional da Madeira tenha mais dinheiro».
Questionado se a posição do executivo poderá colocar em causa as negociações com os partidos sobre o Orçamento de Estado para 2010, José Sócrates disse não pensar dessa forma, assegurando que «o Governo tem a maior abertura para negociar com os partidos».
«Não queremos aumentar impostos e queremos este que seja um Orçamento que responda à recuperação da economia, mas tenha um equilíbrio», rematou.
Recorde-se, no entanto, que o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, disse ontem que os impostos poderão subir em 2010, caso a oposição insista em algumas medidas que propõe para o Orçamento de Estado, que implicam quebra nas receitas.
Fonte:agencia financeira