alexandra
07-01-2010, 11:37
O ministro da Administração Interna considerou esta quarta-feira que a declaração de estado de calamidade na região do Oeste seria «inútil e até prejudicial» e «não permitiria desencadear nenhum mecanismo que não esteja previsto» nas medidas aprovadas pelo Governo.
«A declaração de estado de calamidade para a região Oeste, com toda a franqueza, seria não só inútil como até prejudicial», começou por dizer Rui Pereira, durante um debate de urgência no Parlamento marcado pelo PSD.
Para o ministro da Administração Interna, a declaração de calamidade, exigida pelos sociais-democratas, não se justifica «tendo em conta a natureza, efémera, passageira, das ocorrências» e pela «capacidade de resposta manifestada pela Protecção Civil».
«Não se tornou necessário, felizmente, recorrer a essa declaração», acrescentou.
Rui Pereira defendeu ainda que «a declaração não permitira desencadear nenhum, mas nenhum, mecanismo de apoio que não seja previsto na resolução do Conselho de Ministros».
Fonte:agencia financeira
«A declaração de estado de calamidade para a região Oeste, com toda a franqueza, seria não só inútil como até prejudicial», começou por dizer Rui Pereira, durante um debate de urgência no Parlamento marcado pelo PSD.
Para o ministro da Administração Interna, a declaração de calamidade, exigida pelos sociais-democratas, não se justifica «tendo em conta a natureza, efémera, passageira, das ocorrências» e pela «capacidade de resposta manifestada pela Protecção Civil».
«Não se tornou necessário, felizmente, recorrer a essa declaração», acrescentou.
Rui Pereira defendeu ainda que «a declaração não permitira desencadear nenhum, mas nenhum, mecanismo de apoio que não seja previsto na resolução do Conselho de Ministros».
Fonte:agencia financeira