mary
25-01-2008, 11:09
Pílula do dia seguinte: quando deve ser utilizada?
Na prevenção da gravidez após uma relação sexual desprotegida ou mal protegida.
Por exemplo, quando esta ocorre durante o período fértil, nos casos em que houve um esquecimento na toma da pílula anticoncepcional normal ou em caso de ruptura do preservativo.
«O chamado sexo casual ou a ruptura acidental do preservativo estão entre as principais circunstâncias que justificam a sua aplicação, mas é usada também em situações de violação ou abuso sexual», explica Rosalina Ramos.
A pílula do dia seguinte deve ser tomada até 72 horas depois da relação não protegida.
É também necessário que a mulher tenha consciência de que podem surgir efeitos secundários associados à toma deste contraceptivo. Os principais efeitos são cefaleias, náuseas e vómitos. Mas «também é comum haver irregularidade na próxima menstruação», refere a médica.
Recomenda-se, ainda, que mulheres com factores de risco tromboembólicos pessoais ou familiares evitem a ingestão deste tipo de produto, ainda que os riscos de complicações vasculares associados à pílula do dia seguinte estejam mal avaliados.
A procura da pílula do dia seguinte tem vindo a aumentar significativamente desde que foi introduzida no mercado.
Hoje, as jovens recorrem muito a este tipo de pílula, «constituindo mesmo, por vezes, alguma irresponsabilidade na utilização de métodos mais seguros e uma facilitação nas relações ocasionais», refere a especialista.
«No caso de utilização recorrente da pílula de emergência, as altas dosagens de hormonas podem causar retenção de líquidos, tensão alta, náuseas, tromboembolismo e desequilíbrio hormonal, constituindo uma grave agressão ao organismo», sustenta Rosalina Ramos.
Na prevenção da gravidez após uma relação sexual desprotegida ou mal protegida.
Por exemplo, quando esta ocorre durante o período fértil, nos casos em que houve um esquecimento na toma da pílula anticoncepcional normal ou em caso de ruptura do preservativo.
«O chamado sexo casual ou a ruptura acidental do preservativo estão entre as principais circunstâncias que justificam a sua aplicação, mas é usada também em situações de violação ou abuso sexual», explica Rosalina Ramos.
A pílula do dia seguinte deve ser tomada até 72 horas depois da relação não protegida.
É também necessário que a mulher tenha consciência de que podem surgir efeitos secundários associados à toma deste contraceptivo. Os principais efeitos são cefaleias, náuseas e vómitos. Mas «também é comum haver irregularidade na próxima menstruação», refere a médica.
Recomenda-se, ainda, que mulheres com factores de risco tromboembólicos pessoais ou familiares evitem a ingestão deste tipo de produto, ainda que os riscos de complicações vasculares associados à pílula do dia seguinte estejam mal avaliados.
A procura da pílula do dia seguinte tem vindo a aumentar significativamente desde que foi introduzida no mercado.
Hoje, as jovens recorrem muito a este tipo de pílula, «constituindo mesmo, por vezes, alguma irresponsabilidade na utilização de métodos mais seguros e uma facilitação nas relações ocasionais», refere a especialista.
«No caso de utilização recorrente da pílula de emergência, as altas dosagens de hormonas podem causar retenção de líquidos, tensão alta, náuseas, tromboembolismo e desequilíbrio hormonal, constituindo uma grave agressão ao organismo», sustenta Rosalina Ramos.